Matéria da FOLHA SP fala sobre o mercado dos áudiolivros!

Por 11 de julho de 2017Blog

Somos um país de poucos leitores. E com a correria do dia a dia, essa equação fica ainda pior. Ouço muitas pessoas dizerem que não leem mais “porque não tem tempo”. É nessa lacuna que cresce, em larga escala, o mercado de áudiolivros nos EUA; e ainda de forma tímida no Brasil. Tendo a experiência de narrar alguns títulos por aqui, gostaria de compartilhar a minha relação com esse novo formato, aproveitando a matéria publicada pela Folha Digital agora em julho/17: “Já ouviu um livro? Obras narradas são a nova aposta do mercado editorial”, de Daniel Buarque.

A matéria aponta, de forma clara, os pós e os contras dessa nova modalidade de “leitura”. Segundo o resumo do artigo: “O setor de livros narrados vive franca expansão. Nos EUA, quase 90 milhões de unidades foram vendidas em 2016, mais que o dobro de 2011. A praticidade é um atrativo do formato – obras podem ser ouvidas enquanto se faz outra atividade. Possível empobrecimento da escrita e assimilação incerta do conteúdo são desvantagens”. Matéria completa em: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2017/07/1899123-mercado-de-audiolivros-explode-nos-eua-e-ganha-impulso-no-brasil.shtml?cmpid=compfb. Coincidência ou não, a própria Folha Digital traz a possibilidade de “ouvir” este resumo em seu cabeçalho.

Sempre fui um consumidor ávido de livros e agora, além de narrar áudiolivros, passei a consumi-los. Você pode me perguntar se deixei de ler meus “livros físicos” e eu vou te afirmar, categoricamente, que não.

Percebi que, no meu caso, o momento que dedico a cada formato é bem distinto. Adoro livros! Reservo-os aos meus momentos antes de dormir, aos instantes de lazer, de apreciação, de interiorização, de silêncio. É algo ritualístico!

Com os áudiolivros, é outra pegada. “Leio”-os, assim como apontado na matéria, fazendo inúmeras outras coisas: abrindo emails, acessando redes sociais, dirigindo, no metrô, esperando atendimento em salas de espera, etc. O barato é esse, poder acessar conteúdos que talvez não coubessem nas 24 horas do meu dia. Isso pra mim é uma grande vantagem! E nem por isso abandonei os meus livros!

Claro, existe preconceito, como a própria matéria da Folha Digital diz, com pessoas alegando que “ouvir” é menos nobre do que “ler” e que esse novo formato empobrece a leitura. Na minha experiência pessoal, posso afirmar que eles me enriquecem.  Mas, se ainda ficou em dúvida, sugiro que experimente e tire suas impressões aqui: Amostra Manual de persuasão do FBI!

Se já tem o hábito de ler, ótimo, pode ser o complemento que procura. Se não lê com regularidade, talvez seja o estímulo que está te faltando.

Num país onde poucos leem,  pode ser uma grande saída.

E você, o que acha? Quero ouvi-lo! Deixe seus comentários!

 

Até! Gabriel Taco

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